Olá, leitores contundentes, venho aqui escrever mais uma crônica. Os contos me exigem muito esforço mental e eu não estou conseguindo continuar um sobre racismo religioso. Vocês devem saber de meu compromisso com a questão racial, e eu estou muito preocupado com a mensagem que esse conto está passando. Mas o anseio vir aqui defender minhas ideias continua firme. Hoje venho falar um pouco sobre Jesus, essa figura revolucionária que mudou os rumos da humanidade. De fato, o advento do cristianismo humanizou-nos, e as relações humanas vêm melhorando muito. Eu diria que Jesus e a popularização dos livros nos fez dar um salto em diversos sentidos. Talvez, alguns estarreçam-se com minha análise, é que eu tenho um espírito livre e uso o senso crítico antes de ler a bíblia. Bom, minha maior crítica a Jesus é o fato de ele ter se autointitular filho de Deus. Ora, se eu fosse mesmo filho de Deus, se fosse mais esperto, teria deixado que a humanidade descobrisse isso por conta própria. Isso deve s...
Olá! Escrevo, mais uma vez, direto de uma internação em uma clínica de reabilitação. É porque aqui as e ideias estão fluindo, não tem celular, e eu, consequentemente, venho lendo bastante. A reflexão desta vez foi originada da leitura do livro “O céu e o inferno”, escrito por Allan Kardec, um clássico do Espiritismo e divisor de águas para a minha espiritualidade. Foi uma surpresa, para mim, constatar grandes semelhanças entre a doutrina espírita e a do cristianismo tradicional. Ideias como as do juízo final, por exemplo, fazem sentido para mim, afinal, vivemos uma vida sem saber o que ocorre após a morte. Não é exatamente uma piração dos judeus primitivos da qual leitores sem instrução fazem leituras ao pé da letra. É uma ideia que ganha força com o advento do monoteísmo. Todavia, não é esse o ponto que eu queria chegar. A reflexão que eu trago vem desde meu primeiro “momento católico”, quando eu, maravilhado, li, de forma voraz, dezenas de livros sobre milagres, vidas de santos e apa...