O algoritmo do Instagram me deixa intrigado. Será mesmo que aquelas coisas que ele me sugere refletem os meus interesses? Digo, é na opção “buscar” que eu me assusto. Mas, volta e meia, o algoritmo também me traz coisas interessantíssimas. Agora há pouco, apareceu na minha “lupinha” uma foto de uma senhora de idade exibindo uma tatuagem no peito, escrito “Fuck The Police”. Uau! Digamos, bem subversivo. É claro que eu abri o perfil que postou essa imagem. Algo me dizia que tinha a ver com o movimento punk, e a minha intuição estava certa. Era uma página americana dedicada ao punk “old school”. Traduzindo, seria um perfil que exalta o punk tradicional e as bandas clássicas do gênero. E eu fui rolando a tela abaixo, visualizando todas as postagens que apareciam, em sua maioria “memes”. Muitos zombavam das bandas atuais, taxadas de “posers”. Outros atacavam Donald Trump e o palhaço do Mc Donald’s. Alguns exaltavam o álcool e abordavam o uso da maconha (coisa que eu já não aprovo...