Olá! Escrevo, mais uma vez, direto de uma internação em uma clínica de reabilitação. É porque aqui as e ideias estão fluindo, não tem celular, e eu, consequentemente, venho lendo bastante. A reflexão desta vez foi originada da leitura do livro “O céu e o inferno”, escrito por Allan Kardec, um clássico do Espiritismo e divisor de águas para a minha espiritualidade. Foi uma surpresa, para mim, constatar grandes semelhanças entre a doutrina espírita e a do cristianismo tradicional. Ideias como as do juízo final, por exemplo, fazem sentido para mim, afinal, vivemos uma vida sem saber o que ocorre após a morte. Não é exatamente uma piração dos judeus primitivos da qual leitores sem instrução fazem leituras ao pé da letra. É uma ideia que ganha força com o advento do monoteísmo. Todavia, não é esse o ponto que eu queria chegar. A reflexão que eu trago vem desde meu primeiro “momento católico”, quando eu, maravilhado, li, de forma voraz, dezenas de livros sobre milagres, vidas de santos e apa...