Caro leitor contundente, finalmente consegui parar e escrever este texto. Sou um aspirante a escritor preguiçoso. Bom, por onde começar? Lembro que ao final do meu último texto chamado “Sobre o punk”, comentei sobre um episódio com punks “de verdade”. Vou contar uma parte dessa história, que os ajudará a entender por que hoje prefiro metal. Eu estava bebendo cerveja num bar de sinuca e rock nas proximidades da UFSC. Já tinha visto uns punks na pracinha algumas vezes e sabia que eles estavam por ali. Eu estava com um colete com o “S” do Sepultura bem grande nas costas, além de outros patchs de bandas de metal. Conforme eu bebia, crescia a genial ideia de ir lá conversar com os caras. E eu fui. Resumindo o episódio, fiz uma piada sobre comprar cachaça para punks e fazê-los felizes, e a maior parte dos caras não gostou. Daí começou um debate interminável sobre o que é ser “punk de verdade”. Eles se diziam “Street punks”. Essa história tem outros fatores, mas estou fazendo o máximo para fo...